
O garoto também teve um pouco de calafrios ao ver Fofinho deitado na varanda, mas o cachorro nem se quer levantou a cabeça. Entraram e sentaram no sofá.
_Eu gostaria de um pouco de água. – Pediu o amigo.
_Eu também.
_Está bem, vou pegar. – Respondeu
A garota levantou-se delicadamente e virou as costas. Os dois garotos continuaram sentados, o frio começou de novo e a neblina ficou muito mais densa que antes, na rua não se podia ver muita coisa apena as luzes do postes embaçadas. Os carros agora pararam de passar pelas ruas. As pessoas que antes estavam fora de suas casas retornaram. De algum modo essa noite incomum está causando medo nas pessoas.
Algumas horas se passaram já são 21h00min e a neblina e nem o frio diminuíram. Alguém toca a campainha da casa neste momento. Os três que ainda continuavam conversando no confortável sofá da sala levantaram ao mesmo tempo para olhar janela a fora. Viram apenas uma silhueta masculina de alguém aparentemente da mesma idade, pois a neblina estava tão densa que mal se podia ver a dois metros de distância. Os três se entreolharam um pouco amedrontados.
_QUEM ESTÁ AÍ?-Gritou a garota de dentro da casa.
_EI! SOU EU! ABRE LOGO AQUI, POIS ESTÁ MUITO FRIO AQUI FORA!- Respondeu uma voz jovem.
_AH SIM! JÁ ESTOU INDO!- Gritou a garota outra vez reconhecendo a pessoa. _Esperem um minuto que vou abrir o portão para ele. –Falou aos amigos.
A garota que já estava com as chaves na mão abriu a porta saiu de casa andou até o portão e deixou o outro garoto entrar. É alto e esbelto, tem pele morena e cabelos negros, usa óculos de grau e veste uma camisa de manga longa azul escura e calças jeans azul clara e está com uma mochila nas costas. Os dois entraram na casa e se sentaram.
_Gente esse aqui é meu amigo, Diego. –apresentou o novo amigo aos garotos. _Eu o chamei para me fazer companhia esse final de semana que estou sozinha. – Explicou a garota.
_Olá, eu sou Victor! - Apresentou-se o garoto mais baixo e de cabelos castanho claros.
_Meu nome é Leonardo, mas todos me chamam de Léo. –Apresentou-se o outro garoto mais alto.
Os três se apresentaram e se cumprimentaram e continuaram conversando por mais uma hora. Diego que ainda não conhecia os amigos de sua amiga se enturmou fácil. Léo e Victor tinham que voltar para suas casas, pois estava tarde, mas o tempo não deixou escolha eles teriam que passar a noite na casa da amiga. Os dois telefonaram para suas casas e avisaram que iam ficar fora esta noite.
Ainda na sala, perceberam que Diego estava tirando um objeto da mochila muito semelhante a uma urna em miniatura, semelhante também a caixa dourada que aparecera para os dois garotos, mas o tamanho era bem menor, porém também havia um cadeado. Os dois garotos se entreolharam e acharam estranho. A garota também estranhou a urna e resolveu puxar assunto sobre ela.
_Que lindinha essa caixinha... E pesada também. – Falou a garota segurando a caixa.
_É sobre ela que eu quero falar com você, Katarina. – Falou o garoto num tom misterioso.
Os dois garotos se entreolharam mais uma vez, mas agora confirmando o que já haviam desconfiado antes, nesse momento começou a chover e os quatro jovens foram para a o quarto de hóspedes. O vento soprava tão forte que seus assovios podiam ser escutados e de repente o Fofinho começou a latir.
_Alguém pode fechar a janela da sala, por favor?
_Eu fecho. – Oferece-se Léo. – Levantou da cama e saiu do quarto.
Enquanto o garoto caminhava em direção a janela, percebeu algo no meio da rua parado e olhando fixamente nos seus olhos, em meio muito vento, chuva e neblina conseguiu enxergar o gato branco sentado. Talvez fosse o mesmo gato branco que vira algumas horas atrás com seu amigo. E o mais estranho é que ele está sentado tão normalmente como se nem estivesse chovendo. Léo fechou a janela da sala com o olhar fixo no gato, um calafrio passou por sua espinha nesse momento, pareceu que o gato tentava se comunicar com ele através do olhar, e por mais estranho que seja o garoto conseguiu entender.
Ao voltar ao quarto muito atordoado e confuso, olhou para os amigos com um olhar medonho e sentou-se. Talvez tenha entendido que os quatro amigos sentados juntos em um mesmo local não tenha sido apenas coincidência e sim como se alguém quisesse que estivessem ali.
_Hum... Eu quero falar uma coisa esquisita que aconteceu comigo hoje. – Diego olhou para todos e segurou a caixinha na mão direita. _Quando eu cheguei da escola essa caixinha de ouro estava em cima do meu criado mudo ao lado da TV, eu não sei quem a deixou lá, mas de casa ninguém foi, eu tentei abri-la de várias maneiras, mas todas em vão.
_Eu encontrei essa chave em baixo do meu travesseiro hoje quando acordei. – Katarina puxou uma chave que estava pendurada em seu colar. _ Também não sei de quem é, mas qualquer coisa está comigo.
_Victor e eu também encontramos uma caixa hoje. – Falou Léo de cabeça baixa. _Eu também tentei abri-la, mas não consegui, eu reparei Katarina que essa tua chave tem desenhos semelhantes as nossas caixas, talvez ela abra alguma delas, já que todos esses objetos apareceram misteriosamente. – Levantou a cabeça e olhou para a garota.
Katarina olhou sua chave e comparou com a caixa de Diego, também reparou as semelhanças e concordou com a hipótese. Victor olhou para o amigo assustado, não havia pensado na possibilidade.
_Vocês arriscam tentar? – Perguntou Diego impaciente.
_O que vocês acham que pode ter dentro dessa caixa? –Perguntou Victor mexendo o cabelo agoniado.
_Não vejo o motivo do medo, é só uma caixa o que poderia acontecer? – Falou Léo encorajado.
_Está bem, a chave está aqui. – Concordou a garota._Realmente, o que poderia acontecer?
_Ah pessoal, qual é? Isso aí não é a caixa de pandora vamos logo abrir! – Diego segurou a chave e a caixa.
_Hum... Por mim... - Concordou Victor.
_Está bem, lá vai! – Diego colocou a chave no cadeado da caixa e girou.
Foi como se o tempo parasse por um segundo, não se podia ouvir absolutamente nada após a chave ser virada. Um feito extraordinário, mágico, por um segundo tudo pareceu perder o peso, já não havia mais gravidade, tudo ficou escuro em um centésimo de segundo e no outro clareou. Foi o segundo mais demorado que os garotos haviam vivido e que jamais sonharam em presenciar. Uma sensação única e fantástica. Houve um estalo e tudo voltou ao normal, a chave e o cadeado sumiram em um brilho prateado ofuscante. Todos se entreolharam assustados e alucinados.
_VOCÊS VIRAM ISSO! VOCÊS VIRAM? – Berrou Victor com razão. _Caraca... Incrível e olhem que eu nem fumei “uma” hoje! – Falou diminuindo gradativamente o tom de voz.
_O que foi isso, parece que eu voei por um segundo... – Léo não acreditava no acabara de acontecer.
_É... Normalmente é isso que se acontece quando se fuma a erva, mas acredite, eu não fumei nada hoje! E vejam só o que aconteceu! – Falou tirando gracinhas.
Diego e Katarina ainda estavam pasmos e não conseguiam falar, estavam com os olhos esbugalhados como se estivessem vendo um fantasma. Léo estalou os dedos para chamar a atenção dos dois. Caíram em si logo depois.
_Eu gostaria de um pouco de água. – Pediu o amigo.
_Eu também.
_Está bem, vou pegar. – Respondeu
A garota levantou-se delicadamente e virou as costas. Os dois garotos continuaram sentados, o frio começou de novo e a neblina ficou muito mais densa que antes, na rua não se podia ver muita coisa apena as luzes do postes embaçadas. Os carros agora pararam de passar pelas ruas. As pessoas que antes estavam fora de suas casas retornaram. De algum modo essa noite incomum está causando medo nas pessoas.
Algumas horas se passaram já são 21h00min e a neblina e nem o frio diminuíram. Alguém toca a campainha da casa neste momento. Os três que ainda continuavam conversando no confortável sofá da sala levantaram ao mesmo tempo para olhar janela a fora. Viram apenas uma silhueta masculina de alguém aparentemente da mesma idade, pois a neblina estava tão densa que mal se podia ver a dois metros de distância. Os três se entreolharam um pouco amedrontados.
_QUEM ESTÁ AÍ?-Gritou a garota de dentro da casa.
_EI! SOU EU! ABRE LOGO AQUI, POIS ESTÁ MUITO FRIO AQUI FORA!- Respondeu uma voz jovem.
_AH SIM! JÁ ESTOU INDO!- Gritou a garota outra vez reconhecendo a pessoa. _Esperem um minuto que vou abrir o portão para ele. –Falou aos amigos.
A garota que já estava com as chaves na mão abriu a porta saiu de casa andou até o portão e deixou o outro garoto entrar. É alto e esbelto, tem pele morena e cabelos negros, usa óculos de grau e veste uma camisa de manga longa azul escura e calças jeans azul clara e está com uma mochila nas costas. Os dois entraram na casa e se sentaram.
_Gente esse aqui é meu amigo, Diego. –apresentou o novo amigo aos garotos. _Eu o chamei para me fazer companhia esse final de semana que estou sozinha. – Explicou a garota.
_Olá, eu sou Victor! - Apresentou-se o garoto mais baixo e de cabelos castanho claros.
_Meu nome é Leonardo, mas todos me chamam de Léo. –Apresentou-se o outro garoto mais alto.
Os três se apresentaram e se cumprimentaram e continuaram conversando por mais uma hora. Diego que ainda não conhecia os amigos de sua amiga se enturmou fácil. Léo e Victor tinham que voltar para suas casas, pois estava tarde, mas o tempo não deixou escolha eles teriam que passar a noite na casa da amiga. Os dois telefonaram para suas casas e avisaram que iam ficar fora esta noite.
Ainda na sala, perceberam que Diego estava tirando um objeto da mochila muito semelhante a uma urna em miniatura, semelhante também a caixa dourada que aparecera para os dois garotos, mas o tamanho era bem menor, porém também havia um cadeado. Os dois garotos se entreolharam e acharam estranho. A garota também estranhou a urna e resolveu puxar assunto sobre ela.
_Que lindinha essa caixinha... E pesada também. – Falou a garota segurando a caixa.
_É sobre ela que eu quero falar com você, Katarina. – Falou o garoto num tom misterioso.
Os dois garotos se entreolharam mais uma vez, mas agora confirmando o que já haviam desconfiado antes, nesse momento começou a chover e os quatro jovens foram para a o quarto de hóspedes. O vento soprava tão forte que seus assovios podiam ser escutados e de repente o Fofinho começou a latir.
_Alguém pode fechar a janela da sala, por favor?
_Eu fecho. – Oferece-se Léo. – Levantou da cama e saiu do quarto.
Enquanto o garoto caminhava em direção a janela, percebeu algo no meio da rua parado e olhando fixamente nos seus olhos, em meio muito vento, chuva e neblina conseguiu enxergar o gato branco sentado. Talvez fosse o mesmo gato branco que vira algumas horas atrás com seu amigo. E o mais estranho é que ele está sentado tão normalmente como se nem estivesse chovendo. Léo fechou a janela da sala com o olhar fixo no gato, um calafrio passou por sua espinha nesse momento, pareceu que o gato tentava se comunicar com ele através do olhar, e por mais estranho que seja o garoto conseguiu entender.
Ao voltar ao quarto muito atordoado e confuso, olhou para os amigos com um olhar medonho e sentou-se. Talvez tenha entendido que os quatro amigos sentados juntos em um mesmo local não tenha sido apenas coincidência e sim como se alguém quisesse que estivessem ali.
_Hum... Eu quero falar uma coisa esquisita que aconteceu comigo hoje. – Diego olhou para todos e segurou a caixinha na mão direita. _Quando eu cheguei da escola essa caixinha de ouro estava em cima do meu criado mudo ao lado da TV, eu não sei quem a deixou lá, mas de casa ninguém foi, eu tentei abri-la de várias maneiras, mas todas em vão.
_Eu encontrei essa chave em baixo do meu travesseiro hoje quando acordei. – Katarina puxou uma chave que estava pendurada em seu colar. _ Também não sei de quem é, mas qualquer coisa está comigo.
_Victor e eu também encontramos uma caixa hoje. – Falou Léo de cabeça baixa. _Eu também tentei abri-la, mas não consegui, eu reparei Katarina que essa tua chave tem desenhos semelhantes as nossas caixas, talvez ela abra alguma delas, já que todos esses objetos apareceram misteriosamente. – Levantou a cabeça e olhou para a garota.
Katarina olhou sua chave e comparou com a caixa de Diego, também reparou as semelhanças e concordou com a hipótese. Victor olhou para o amigo assustado, não havia pensado na possibilidade.
_Vocês arriscam tentar? – Perguntou Diego impaciente.
_O que vocês acham que pode ter dentro dessa caixa? –Perguntou Victor mexendo o cabelo agoniado.
_Não vejo o motivo do medo, é só uma caixa o que poderia acontecer? – Falou Léo encorajado.
_Está bem, a chave está aqui. – Concordou a garota._Realmente, o que poderia acontecer?
_Ah pessoal, qual é? Isso aí não é a caixa de pandora vamos logo abrir! – Diego segurou a chave e a caixa.
_Hum... Por mim... - Concordou Victor.
_Está bem, lá vai! – Diego colocou a chave no cadeado da caixa e girou.
Foi como se o tempo parasse por um segundo, não se podia ouvir absolutamente nada após a chave ser virada. Um feito extraordinário, mágico, por um segundo tudo pareceu perder o peso, já não havia mais gravidade, tudo ficou escuro em um centésimo de segundo e no outro clareou. Foi o segundo mais demorado que os garotos haviam vivido e que jamais sonharam em presenciar. Uma sensação única e fantástica. Houve um estalo e tudo voltou ao normal, a chave e o cadeado sumiram em um brilho prateado ofuscante. Todos se entreolharam assustados e alucinados.
_VOCÊS VIRAM ISSO! VOCÊS VIRAM? – Berrou Victor com razão. _Caraca... Incrível e olhem que eu nem fumei “uma” hoje! – Falou diminuindo gradativamente o tom de voz.
_O que foi isso, parece que eu voei por um segundo... – Léo não acreditava no acabara de acontecer.
_É... Normalmente é isso que se acontece quando se fuma a erva, mas acredite, eu não fumei nada hoje! E vejam só o que aconteceu! – Falou tirando gracinhas.
Diego e Katarina ainda estavam pasmos e não conseguiam falar, estavam com os olhos esbugalhados como se estivessem vendo um fantasma. Léo estalou os dedos para chamar a atenção dos dois. Caíram em si logo depois.
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